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	<title>Comentários sobre: A escola em busca de identidade</title>
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	<description>A sua revista interativa sobre educação</description>
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		<title>Por: Adriana Freitas Bandeira</title>
		<link>http://www.caraminhadas.com.br/2009/11/a-escola-em-busca-de-identidade/comment-page-1/#comment-389</link>
		<dc:creator>Adriana Freitas Bandeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 13:28:39 +0000</pubDate>
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		<description>O artigo é muito bom, pois nos mostra como as mudanças, que no início amedrontam, são absolutamente necessárias e eficazes.
As mudanças na educação já começaram e o professor precisa estar atento a elas e aos novos rumos que precisará seguir. Planejar as aulas e avaliar todo o processo de aprendizagem requererá um novo olhar, uma nova forma de abordagem. É verdade que o professor sente-se inquieto ou desconfiado diante de mudanças, mas elas ocorrem mesmo que ele não entenda até que ponto essas mudanças possam trazer algum benefício. E elas ocorrem, porque a sociedade espera da escola muito mais que acesso à educação. A sociedade espera realizações de todo o potencial humano para garantir o futuro do país. E a sociedade tem confiado à escola cada vez mais tarefas, para as quais ela nem sempre está preparada.
O professor precisa posicionar-se política e filosoficamente diante do papel que assume, junto de sua escola, pois já não há mais tempo apenas para apontarmos os dedos procurando culpados pelas mazelas que enfrentamos no dia-a-dia da rotina escolar, como falta de recursos e de estrutura, desinteresse dos alunos e ausência dos pais. É hora de agir. E o primeiro passo é saber que concepção o professor tem sobre seu trabalho. É importante dizer que aquele professor que não estiver disposto a comprometer-se além de sua “carga horária” estará com seu campo profissional extremamente limitado. Como professores, devemos estar prontos para o desafio de criar métodos variados de ensino e estar abertos para o debate, assim como a escola. As mudanças são necessárias e urgentes e a escola que não compreender o seu papel, e defini-lo, pode sucumbir.

Adriana Bandeira – professora de Língua Portuguesa e Produção de Textos no Ensino Fundamental.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo é muito bom, pois nos mostra como as mudanças, que no início amedrontam, são absolutamente necessárias e eficazes.<br />
As mudanças na educação já começaram e o professor precisa estar atento a elas e aos novos rumos que precisará seguir. Planejar as aulas e avaliar todo o processo de aprendizagem requererá um novo olhar, uma nova forma de abordagem. É verdade que o professor sente-se inquieto ou desconfiado diante de mudanças, mas elas ocorrem mesmo que ele não entenda até que ponto essas mudanças possam trazer algum benefício. E elas ocorrem, porque a sociedade espera da escola muito mais que acesso à educação. A sociedade espera realizações de todo o potencial humano para garantir o futuro do país. E a sociedade tem confiado à escola cada vez mais tarefas, para as quais ela nem sempre está preparada.<br />
O professor precisa posicionar-se política e filosoficamente diante do papel que assume, junto de sua escola, pois já não há mais tempo apenas para apontarmos os dedos procurando culpados pelas mazelas que enfrentamos no dia-a-dia da rotina escolar, como falta de recursos e de estrutura, desinteresse dos alunos e ausência dos pais. É hora de agir. E o primeiro passo é saber que concepção o professor tem sobre seu trabalho. É importante dizer que aquele professor que não estiver disposto a comprometer-se além de sua “carga horária” estará com seu campo profissional extremamente limitado. Como professores, devemos estar prontos para o desafio de criar métodos variados de ensino e estar abertos para o debate, assim como a escola. As mudanças são necessárias e urgentes e a escola que não compreender o seu papel, e defini-lo, pode sucumbir.</p>
<p>Adriana Bandeira – professora de Língua Portuguesa e Produção de Textos no Ensino Fundamental.</p>
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		<title>Por: israel</title>
		<link>http://www.caraminhadas.com.br/2009/11/a-escola-em-busca-de-identidade/comment-page-1/#comment-375</link>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 22:39:02 +0000</pubDate>
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		<description>de serta forma ela tem razão em seu comentário, referente aos salários pagos aos profissionais tão sofrido e batalhadores e não são reconhecidos e sim distorcidos com um mi sério salario no final do mês que muitas vezes não dar nem pra pagar nossas contas, é vergonhoso ver tanto dinheiro escondido nas meias desse políticos sem caráter, enquanto os verdadeiros guerreiros estão lutando pela sobrevivência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de serta forma ela tem razão em seu comentário, referente aos salários pagos aos profissionais tão sofrido e batalhadores e não são reconhecidos e sim distorcidos com um mi sério salario no final do mês que muitas vezes não dar nem pra pagar nossas contas, é vergonhoso ver tanto dinheiro escondido nas meias desse políticos sem caráter, enquanto os verdadeiros guerreiros estão lutando pela sobrevivência.</p>
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		<title>Por: Teresa Fazolo</title>
		<link>http://www.caraminhadas.com.br/2009/11/a-escola-em-busca-de-identidade/comment-page-1/#comment-55</link>
		<dc:creator>Teresa Fazolo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 21:48:04 +0000</pubDate>
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		<description>Bela analogia, do circo com a escola. Não sou da área, mas acredito que a escola logrará êxito em sua missão quando for uma continuidade da vida do aluno, e não um espaço à parte, onde se vai ou por obrigação ou para encontrar os amigos. Escola e vida cotidiana devem andar juntas, aliás, a vida não é uma escola?
Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela analogia, do circo com a escola. Não sou da área, mas acredito que a escola logrará êxito em sua missão quando for uma continuidade da vida do aluno, e não um espaço à parte, onde se vai ou por obrigação ou para encontrar os amigos. Escola e vida cotidiana devem andar juntas, aliás, a vida não é uma escola?<br />
Grande abraço.</p>
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		<title>Por: Jaylei</title>
		<link>http://www.caraminhadas.com.br/2009/11/a-escola-em-busca-de-identidade/comment-page-1/#comment-54</link>
		<dc:creator>Jaylei</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 09:31:39 +0000</pubDate>
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		<description>Eu vejo um enorme problema antes de considerar qualquer conceito educacional, o salário.
Acho absurdo demais se pagar tão pouco a profissionais que trabalham com as futuras gerações. Pagar ± 800 reais por 20 horas na rede estadual?. Mesmo sendo 12 horas sem sala de aula, dá ± 17 reais/hora aula. Ridículo...
Sim, sim, salário não é tudo, pois mesmo que se pagasse 5x o valor atual, ainda existiriam as idéias antiquadas, os nichos resistentes à mudanças e até o desinteresse. Porém, salário motiva e dá uma balançada boa para que outras coisas sejam discutidas, além do quando vai ser o próximo reajuste ou quando faremos greve.

Voltando com essa sentença da Heloísa: 

&quot;Se os professores puderem estar juntos para pensar e resolver problemas do cotidiano escolar, cada um emprestando seu olhar, poderão vivenciar a riqueza de tal metodologia de trabalho...&quot;

Se as pessoas pudessem estar juntas e discutir sobre as mazelas do mundo sem olhar para o seu próprio umbigo, se tivessem a mente aberta para novas idéias, se pudessem expandir o seu conhecimento sem pensar no dinheiro, pensando somente no ganho que determinadas mudanças trariam no ambiente escolar, na vida, será que ainda estaríamos falando sobre interdisciplinaridade e contextualização, fome e miséria?

Focando na educação. Interdisciplinaridade só se tornou bem clara para mim no Mestrado em 95, após ter entrado em desespero por ver que conhecimentos segmentados, alguns já esquecidos, iriam me fazer falta. Foi meu orientador, João Alfredo Medeiros, um dos maiores químicos analíticos do país que me disse: &quot;Você aprendeu em blocos, disciplinas separadas. Tem que trabalhá-las em conjunto, você tem que vê-las como um todo.&quot;

Garanto que a maioria dos profissionais que se formam hoje em dia não têm essa visão. Ainda vão levar para as suas salas, a grade curricular, a avaliação normativa, o cada um no seu quadrado, literalmente. Até acho que tenha que haver o especialista, a pessoa que estudou profundamente um determinado assunto, mas professor deveria abrir mentes, explorar conceitos nem sempre solidamente estabelecidos, desiquilibrar o aluno deixando a mente viajar na busca do novo equilíbrio, do novo, mexer com os paradigmas, mas, ao mesmo tempo, esclarecer na medida possível, agrupar pensamentos dissonantes, focar, orientar. É função para se ganhar 17 reais por hora?

Eita, volto ao salário e o espaço não é para isso, mas não resisto ao pensamento de que trabalhamos no elevado campo das idéias e tem que ser assim, mas o básico ainda é raridade. Escola com carteiras para canhotos, equipamento audiovisual, quadra de esportes, alimentação balanceada etc. Será que é só no ensino público?
Sim, escola se faz na vida, sentando na sombra da amendoeira, sob teto de zinco suando em bicas, mas não é o caso, ok?

Fico por aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vejo um enorme problema antes de considerar qualquer conceito educacional, o salário.<br />
Acho absurdo demais se pagar tão pouco a profissionais que trabalham com as futuras gerações. Pagar ± 800 reais por 20 horas na rede estadual?. Mesmo sendo 12 horas sem sala de aula, dá ± 17 reais/hora aula. Ridículo&#8230;<br />
Sim, sim, salário não é tudo, pois mesmo que se pagasse 5x o valor atual, ainda existiriam as idéias antiquadas, os nichos resistentes à mudanças e até o desinteresse. Porém, salário motiva e dá uma balançada boa para que outras coisas sejam discutidas, além do quando vai ser o próximo reajuste ou quando faremos greve.</p>
<p>Voltando com essa sentença da Heloísa: </p>
<p>&#8220;Se os professores puderem estar juntos para pensar e resolver problemas do cotidiano escolar, cada um emprestando seu olhar, poderão vivenciar a riqueza de tal metodologia de trabalho&#8230;&#8221;</p>
<p>Se as pessoas pudessem estar juntas e discutir sobre as mazelas do mundo sem olhar para o seu próprio umbigo, se tivessem a mente aberta para novas idéias, se pudessem expandir o seu conhecimento sem pensar no dinheiro, pensando somente no ganho que determinadas mudanças trariam no ambiente escolar, na vida, será que ainda estaríamos falando sobre interdisciplinaridade e contextualização, fome e miséria?</p>
<p>Focando na educação. Interdisciplinaridade só se tornou bem clara para mim no Mestrado em 95, após ter entrado em desespero por ver que conhecimentos segmentados, alguns já esquecidos, iriam me fazer falta. Foi meu orientador, João Alfredo Medeiros, um dos maiores químicos analíticos do país que me disse: &#8220;Você aprendeu em blocos, disciplinas separadas. Tem que trabalhá-las em conjunto, você tem que vê-las como um todo.&#8221;</p>
<p>Garanto que a maioria dos profissionais que se formam hoje em dia não têm essa visão. Ainda vão levar para as suas salas, a grade curricular, a avaliação normativa, o cada um no seu quadrado, literalmente. Até acho que tenha que haver o especialista, a pessoa que estudou profundamente um determinado assunto, mas professor deveria abrir mentes, explorar conceitos nem sempre solidamente estabelecidos, desiquilibrar o aluno deixando a mente viajar na busca do novo equilíbrio, do novo, mexer com os paradigmas, mas, ao mesmo tempo, esclarecer na medida possível, agrupar pensamentos dissonantes, focar, orientar. É função para se ganhar 17 reais por hora?</p>
<p>Eita, volto ao salário e o espaço não é para isso, mas não resisto ao pensamento de que trabalhamos no elevado campo das idéias e tem que ser assim, mas o básico ainda é raridade. Escola com carteiras para canhotos, equipamento audiovisual, quadra de esportes, alimentação balanceada etc. Será que é só no ensino público?<br />
Sim, escola se faz na vida, sentando na sombra da amendoeira, sob teto de zinco suando em bicas, mas não é o caso, ok?</p>
<p>Fico por aqui.</p>
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