Diagnóstico dos problemas de elaboração de resumo, e sequência didática para ensinar a fazê-lo – Parte II

Heloisa Padilha e Isabel Padilha

Este artigo apresenta as fichas de resumo de cada um dos filmes A corrrente do bem, O triunfo e Crash – no limite e explica a “técnica das reticências numeradas”, em continuação ao artigo Diagnóstico dos problemas de elaboração de resumo e sequência didática para ensinar a fazê-lo – Parte I.

Considerando-se que saber fazer um bom resumo é parte essencial do estudar e que a competência essencial envolvida no ato de resumir é diferenciar informações essenciais e periféricas, propusemos a alunos de 6º ao 9º ano uma sequência de atividades que vai do resumo de um filme ao de textos escolares. Nosso propósito foi o de oferecer aos alunos mais uma alternativa para engrossar seu repertório de recursos para o estudar. Leia mais »

Diagnóstico dos problemas de elaboração de resumo e sequência didática para ensinar a fazê-lo – Parte I

Heloisa Padilha e Isabel Padilha

A experiência de trabalho na escola indica que o resumo é uma ferramenta importante de estudo e que seus alunos encontram dificuldades para elaborá-los, provavelmente devido ao fato de que o ensino de ferramentas para estudar costuma ser uma terra de ninguém na escola.

Em trabalho de consultoria, investigamos, junto a alunos de Ensino Fundamental II de uma escola particular do Rio de Janeiro, quais os obstáculos subjacentes à elaboração de resumos que servissem de apoio aos seus estudos nas disciplinas de História, Geografia e Ciências e encontramos as dificuldades descritas a seguir. Leia mais »

Lançamento da Revista CARAMINHADAS!

A revista CARAMINHADAS inaugura-se com algumas seções escolhidas dentre um leque de várias outras que irão chegando aos poucos. Nessa primeira leva, apresentamos as seções Caramilinks, Cineminholas, Matutes e EstudiosaMENTE.

Em Caramilinks, você encontra a indicação de links para sites de educação, de tecnologia e de cultura pescados em nossas próprias pesquisas e por indicação de outros sites e de vários colaboradores. O diálogo com a cultura é para nós fundamental porque as artes sabem, como ninguém, farejar o que está por vir e anunciá-lo por meio de incrível variedade de linguagens. Para quem, como nós, está buscando uma nova identidade para a escola, é uma delícia ouvir os artistas e brincar de decifrar suas mensagens, nelas buscando pistas para um novo pensar sobre a escola. Por outro lado, pensar a dinâmica da escola de hoje sem considerar o fato que o seu público atual nasceu e está crescendo em um mundo totalmente inundado de novas tecnologias de informação e comunicação é, no mínimo, uma completa perda de tempo. Daí o nosso intenso diálogo com a tecnologia. Leia mais »

Elogio na sala de aula

Você gosta de receber um bom elogio? Pois é, como parece que todo mundo gosta, a prática de elogiar alunos oralmente, diante da turma, ou por escrito, nos trabalhos escolares, tem sido amplamente utilizada por educadores, provavelmente com a intenção de estimular os demais alunos a seguirem o exemplo dos elogiados. Mas será que o elogio atende a esse propósito? Heloisa Padilha discute a eficácia do elogio aqui na seção Matutes da revista CARAMINHADAS.
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Entre os muros da escola

Que grande filme! Com tantas nuances de relações interpessoais que desvela, principalmente as de natureza multiculturalista, fica difícil eleger apenas um aspecto para caraminholar aqui… Mas como a relação do professor com a turma oscilou muito entre os eixos vertical e horizontal, esse tema acabou por merecer o foco desta Cineminhola. No imediatismo de tantas situações tensas e desafiantes para os professores nos dias de hoje, fica difícil ter controle sobre tudo o que se diz. Além do mais é irreal pretender ser profissional em todos os minutos de todos os dias. Trata-se aqui, portanto, não de julgar ou prescrever mas de fornecer elementos para que educadores possam incorporar mais um conceito ao seu fazer cotidiano.

A grosso modo, uma relação vertical entre professor e aluno deixa bem claro quem manda no pedaço: é o professor. Por contraste, horizontalizar-se com os alunos significa estar no mesmo nível que eles. Assim dito, pode parecer que uma escola tradicional prefere que as relações professor-aluno sejam verticais, ao passo que uma escola progressista tenderá a adotar uma abordagem horizontal. Mas não é bem assim. Leia mais »