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	<title>Caraminhadas &#187; diversidade</title>
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	<description>A sua revista interativa sobre educação</description>
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		<title>Vermelho como o céu</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 13:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crismeirelles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cineminholas]]></category>
		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso e fracasso escolar]]></category>

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Por que só uma única linguagem na escola?
Mirco, que nasceu e viveu até os 10 anos de idade podendo ver o mundo, agora é um menino cego, que precisa se adaptar em escola especial para os que não vêem. Um dia o professor faz uma encomenda aos alunos: “Pesquisem e me apresentem um trabalho sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-293" href="http://www.caraminhadas.com.br/2010/02/cineminhola-%e2%80%93-vermelho-como-o-ceu/vermelho-como-o-ceu/"><img class="alignright size-medium wp-image-293" title="Vermelho como o céu" src="http://www.caraminhadas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/vermelho-como-o-céu-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p><strong>Por que só uma única linguagem na escola?</strong></p>
<p>Mirco, que nasceu e viveu até os 10 anos de idade podendo ver o mundo, agora é um menino cego, que precisa se adaptar em escola especial para os que não vêem. Um dia o professor faz uma encomenda aos alunos: “Pesquisem e me apresentem um trabalho sobre as estações do ano”. Criança inquieta e criativa, Mirco, que ainda não domina os recursos de leitura e escrita para cegos, <strong>encontra uma solução inesperada</strong>: apresenta um trabalho sonoro, com os sons de cada estação do ano. Para seu desapontamento, seu trabalho não é aceito e, pior ainda, ele é fortemente repreendido pelo professor. A lição duramente passada foi que <strong>autoria e autonomia são transgressões passíveis de punição</strong>.</p>
<p>Mas, felizmente, Mirco não comprou esse “ensinamento” e começou a criar histórias sonoras com um velho gravador que encontra em algum canto empoeirado da escola. Em pouco tempo, vai agregando em torno de si várias outras crianças, que passam a participar ativamente das histórias.<span id="more-288"></span> (São deliciosas e muito inspiradoras as pesquisas de sons que a garotada empreende ao longo do filme e professores criativos certamente saberão aproveitá-las com seus próprios alunos!)</p>
<p>Merece especial destaque o fato de que quando os pais vêm à escola para assistir uma encenação teatral que seus filhos prepararam, são convidados a colocar venda nos olhos para que possam apreciar a história na mesma condição em que esta foi criada: no escuro mundo dos cegos.</p>
<p>O foco desta <em>Cineminhola</em> é um debate sobre a predominância – ou uma quase ditadura – da linguagem escrita na escola. Vários problemas daí decorrem, mas vamos abordar os que nos parecem os dois principais.</p>
<p>Para começar, <strong>perde-se a riqueza que a multiplicidade de linguagens pode trazer para o estudo de qualquer fenômeno</strong>. A exemplo do filme, perceber as diferenças e as características das quatro estações do ano por meio dos sons típicos de cada uma certamente enriquece não somente o seu estudo, como também – e principalmente – as ferramentas da atividade perceptiva dos alunos, berço de toda aprendizagem. <strong>Significativa quantidade de conhecimento chega aos alunos pela visão</strong> (leitura e produção de textos impressos) e, nos segmentos subsequentes à Educação Infantil, <strong>pouco ou nada é veiculado pela audição, tato, olfato e paladar</strong>. A audição já é fartamente explorada na Internet, onde se contam aos milhões os arquivos de som, e há sérios esforços em levar o olfato para o ambiente virtual, na carona do sucesso de sua introdução em alguns bons museus. Uma coisa é ler sobre a vida urbana dos vikings, outra, bem diferente, é passear por cenários tridimensionais com bonecos vestidos como pessoas da época, ao som e <a href="http://www.bps.org.uk/media-centre/press-releases/releases%24/british-journal-of-psychology%24/smell-that-memory.cfm"><span style="text-decoration: underline;">cheiro</span> </a>do burburinho real das ruas daquele tempo! Não é difícil concluir que a segunda situação tem chances muito maiores de provocar aprendizagens significativas.</p>
<p>Outro aspecto a considerar refere-se às <strong>falsas leituras a respeito de sucesso escolar</strong> que a predominância da linguagem escrita tem causado. Se a cobrança das aprendizagens escolares se dá sempre por meio da linguagem escrita e se considerarmos que esta não é a linguagem preferencial de vários alunos, é bem provável que a escola venha confundindo “bons alunos” com “bons escritores”. Se a questão é aferir a aprendizagem de conhecimentos, a produção autoral de vídeo, painel de fotos, encenação teatral ou música podem muito bem dar conta do recado.</p>
<p>Certo é que no caso de avaliações em larga escala, como o <a href="http://www.inep.gov.br/basica/saeb/default.asp "><span style="text-decoration: underline;">Saeb</span></a> ou <a href="http://provabrasil.inep.gov.br/ "><span style="text-decoration: underline;">Prova Brasil</span></a>, a aferição por meio da linguagem escrita é a mais indicada porque não há como negar o fato de que ela é a melhor opção quando se trata da logística (produção, distribuição, correção) que tal empreendimento demanda. Com a praticidade em mente e considerando-se também a inegável importância das avaliações em larga escala, vale combinar que <strong>a escola precisa garantir que todos os alunos tenham boa proficiência no uso da linguagem escrita</strong>. <strong>O que não precisa, ou não deveria, é entronizá-la em assento imperial absolutista</strong>.</p>
<p>Inegavelmente, a escola vem se firmando como um espaço plural que possa abrigar cada vez mais as diferenças. Para contribuir significativamente com esta tendência, é necessário criar ou abrir-se para a entrada de <strong>novos dispositivos pedagógicos</strong> voltados especificamente para dar conta dessa pluralidade. Nesse contexto, a exploração e o incentivo ao <strong>uso de diferentes linguagens</strong> se apresentam como uma opção com <strong>forte potencial para firmar essa</strong> <strong>nova vocação para a diversidade</strong>.</p>
<p>Você tem alguma experiência – como professor(a), aluno(a) ou pai/mãe – sobre uma situação escolar em que foi incentivado o uso de outras linguagens que não a escrita para apresentar o que os alunos aprenderam? Conte-nos!</p>
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		<title>A escola em busca de identidade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>belpadilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[EstudiosaMENTE]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
		<category><![CDATA[contextualização]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[interdisciplinaridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Heloisa Padilha
Para preparar a conversa sobre a necessária busca que a escola precisa empreender para se libertar das amarras que a prendem ao século passado, é interessante refletir sobre uma outra instituição que tinha tudo para desaparecer nas dobras da modernidade mas, pelo contrário, renovou-se e encontrou uma nova roupagem e uma nova identidade. Falo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Heloisa Padilha</em></p>
<p>Para preparar a conversa sobre a necessária busca que a escola precisa empreender para se libertar das amarras que a prendem ao século passado, é interessante refletir sobre uma outra instituição que tinha tudo para desaparecer nas dobras da modernidade mas, pelo contrário, renovou-se e encontrou uma nova roupagem e uma nova identidade. Falo sobre o circo.</p>
<p>O circo faturava seu milenar sucesso em cima da exploração dos animais, do risco, do bizarro e dos limites da ação humana. Ver animais realizando feitos inimagináveis, viver a tensão de assistir artistas fazendo malabarismos nas alturas com risco de vida, horrorizar-se ao contemplar seres humanos portadores das mais bizarras deformações e apreciar pessoas se contorcendo, equilibrando ou levantando peso nos confins do limite do possível – esses foram os quatro pilares que levaram legiões de espectadores aos circos através dos tempos.</p>
<p>E eis que de repente, não mais que de repente, três desses pilares caíram ao mesmo tempo no fundo fosso do politicamente incorreto. Sobrou a exploração das ações humanas extraordinárias que também apreciamos nos esportes olímpicos. Como poderia o circo sobreviver com apenas um de seus pilares? Assim, as opções eram: desaparecer ou reinventar-se.<span id="more-277"></span></p>
<p>E o circo reinventou-se: o mundo foi subitamente inundado pelos grandiosos espetáculos do <a href="http://www.cirquedusoleil.com/world/pt/br/index.asp">Cirque du Soleil</a>.</p>
<p>Quando entramos em uma de suas tendas, reencontramos, para começar, a própria! Apesar de toda tecnologia, a tenda do Cirque du Soleil é definitivamente uma tenda e só isso já é suficiente para que entendamos claramente que vamos assistir a um espetáculo circense. Mas tem mais: ainda reencontramos palhaços, malabaristas, equilibristas e apresentadores. Só que a semelhança acaba aqui. Então qual foi a reinvenção? O que o Cirque du Soleil fez foi trocar o entretenimento obtido por meio da exploração do perigo, do medo e do asco, pelo entretenimento que vem do Belo. E a tradução que se deu ao Belo combina dois ingredientes: o encantamento das narrativas e a riqueza que eclode do diálogo entre as várias artes.</p>
<p>Como diz <a href="http://www.anamariamachado.com/">Ana Maria Machado</a>, ninguém resiste a uma boa história. E agora o Cirque du Soleil conta histórias, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saltimbanco_(Cirque_du_Soleil)">Saltimbancos</a>, <a href="http://www.dvdpt.com/c/cirque_du_soleil_journey_of_man.php">Jornada do Homem</a> ou <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u562422.shtml">Ovo</a>, sendo que esta última, concebida e dirigida por <a href="http://www.ciadeborahcolker.com.br/">Debora Colker</a>, bailarina e coreógrafa brasileira, fala sobre a vida dos insetos. Agora, é no contexto de uma narrativa que os artistas mostram suas extraordinárias habilidades.</p>
<p>Além disso, costuraram-se todas as artes que podem dialogar no contexto de um moderno espetáculo circense. Assim é que se deram as mãos a música, o canto, o ballet clássico, a dança contemporânea, o vídeo, o teatro e todos os seus componentes – figurino, maquilagem, iluminação e cenografia –, tudo isso amplamente potencializado pelos recursos da tecnologia. O diálogo também se dá entre diferentes culturas porque os artistas são captados em países do mundo inteiro e, assim, o circo se beneficia do convívio com a diversidade.</p>
<p>Em resumo, a saída foi buscar fortes ingredientes da cultura contemporânea e fazê-los trabalhar conjuntamente: o <strong>diálogo</strong> entre as artes e entre as manifestações culturais de nações de todos os continentes fornece todo o suporte de que a <strong>narrativa</strong> precisa para acontecer em toda a sua grandeza e <strong>diversidade</strong> e, assim, emocionar a plateia.</p>
<p>Seria coincidência que as palavras mais significativas da orientação legal da educação brasileira atual, a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm">LDB</a>, sejam <strong>contextualização</strong> e <strong>interdisciplinaridade</strong>? Deixemos o paralelismo mais evidente. Na escola, trabalhar contextualizando os conteúdos significa explorar sua inserção no contexto mesmo em que foram criados ou em que existem. Isso supõe ir trançando uma rede, em que pessoas, fatos, objetos e fenômenos se relacionam por elos de semelhança (relações simétricas, como de pertença a um mesmo contexto) ou de diferença (relações assimétricas de causalidade, por exemplo).</p>
<p>Essas tranças de relações acabam compondo <strong>narrativas</strong>, as quais vão permitindo a criação de significados, em um processo que poderia substituir com grande vantagem as tradicionais práticas de cuspe-e-giz e de memorização, porque conteúdos trançados em redes de conexão que fazem sentido para o aluno são muito melhor compreendidos e retidos como referência do que pedaços isolados de conteúdos.</p>
<p>Por outro lado, à bela ligação das artes no espetáculo circense moderno corresponderia, na escola, a interdisciplinaridade. O <strong>diálogo entre as áreas de conhecimento</strong> pode ser feito tomando-se de empréstimo, umas às outras, conteúdos teóricos (conceitos) ou práticos (métodos, técnicas, procedimentos).</p>
<p>O sucesso de tal diálogo estará garantido quanto mais ele tiver sido realmente necessário para se estudar, compreender e resolver problemas reais. Se os professores puderem estar juntos para pensar e resolver problemas do cotidiano escolar, cada um emprestando seu olhar, poderão vivenciar a riqueza de tal metodologia de trabalho e, assim, compreender a importância da convergência de saberes para sanar as questões que nos afligem ou intrigam: como podemos garantir que todos os alunos se alfabetizem nessa escola? Como ensinar a estudar e a pesquisar?  Qual o sentido do dever de casa para os professores, alunos e famílias? Por que trabalhar com livro didático? Com que critérios se cria uma biblioteca escolar? Como despertar valores como responsabilidade e respeito nas relações interpessoais?</p>
<p>O começo da caminhada em direção à interdisciplinaridade seria, pois, esse diálogo docente sobre o cotidiano. Em seguida, professores se encontrariam para planejar o trabalho conjuntamente, incitando os alunos a estabelecer relações entre conceitos, voltados para compreender e resolver problemas aos olhos do diálogo entre os saberes.</p>
<p>Contextualização e interdisciplinaridade, tal como aqui brevemente delineadas em suas linhas gerais, poderiam ajudar a escola a encontrar uma identidade mais antenada com as mudanças que vieram para ficar na sociedade e que minam seus principais pilares, tal como as narrativas e a religação das artes souberam fazê-lo pelo circo?</p>
<p>E o que precisamos nos perguntar a seguir?</p>
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		<title>Ensinando a viver</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>belpadilha</dc:creator>
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Lidando com um jeito &#8220;esquisito&#8221; de ser
Abandonado por seus pais, Dennis é um menino que acredita ser de Marte e muitas das coisas que faz são bastante estranhas para os padrões “normais”. Há muitas condutas sociais que Dennis desconhece, o que dificulta bastante a sua adaptação à sociedade e ao ambiente escolar. E, de fato, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-269" title="Ensinando a viver" src="http://www.caraminhadas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ensinando-a-viver-202x300.jpg" alt="Ensinando a viver" width="202" height="300" /></p>
<p><strong>Lidando com um jeito &#8220;esquisito&#8221; de ser</strong></p>
<p>Abandonado por seus pais, Dennis é um menino que acredita ser de Marte e muitas das coisas que faz são bastante estranhas para os padrões “normais”. Há muitas condutas sociais que Dennis desconhece, o que dificulta bastante a sua adaptação à sociedade e ao ambiente escolar. E, de fato, <strong>a escola, aprisionada por seus objetivos e práticas massificantes, falha</strong> em ver, nas esquisitices de Dennis, o potencial de decifração do seu mundo interno e acaba por expulsá-lo, declarando-se abertamente não estar preparada para lidar com ele.</p>
<p>David, um escritor de sucesso, é o adulto que está tentando ser o pai adotivo de Dennis e se sente particularmente preparado para entendê-lo não somente pelo fato de ter sido ele próprio uma criança “esquisita”, como também utiliza seu passado fantasioso como base para suas histórias de ficção científica. Ele é a criança “fracassada” e excluída que se tornou um adulto de sucesso. Sabe, portanto, como passar de um estado a outro.<span id="more-267"></span></p>
<p>E se, na escola, Dennis não encontrou nenhum acolhimento, em casa, pelo contrário, há uma série de pequenas cenas (às vezes divertidas, às vezes emocionantes) do cotidiano familiar entre ele e seu pai adotivo, que mostram como <strong>David embarca, com facilidade e sem medo, nas esquisitices junto com o menino</strong>.</p>
<p>Do ponto de vista educacional, o que merece especial destaque nesse filme é esse percurso que um adulto deve fazer quando precisa ajudar uma criança ou um jovem “esquisito” a encontrar seu lugar nesse mundo. A atitude de David não é a de ficar apontando o quanto o menino está inadequado para o convívio social e, sim, a de ir lá no universo alienígena daquele patinho feio (que se diz ser marciano), agir como ele e aprender a ver o mundo pelos olhos dele.</p>
<p>E o mais lindo é que <strong>o amor de David por Dennis eclode lá dentro desse lugar esquisito</strong> e não depois, porque ele consegue entender e apreciar a beleza do mundo que Dennis construiu para se proteger de sua triste história. E, por deitar esse olhar amoroso cheio de admiração pelo menino, David ganha a força necessária para derrubar algumas paredes desse mundo infantil particular e, então, apresentar o menino a outros ângulos da vida.</p>
<p><strong>Seria muito bom que a escola tivesse essa mesma determinação de ir ao encontro dos patinhos feios</strong> e acolhê-los antes mesmo de começarem a trocar de plumagem. Afinal, o patinho feio não sabe que é um lindo cisne; quem conhece bem essa história é que deveria reconhecer um pequeno cisne deslocado no meio dos patos e saber valorizá-lo pelo que é e, apreciador de sua beleza natural, saber encontrar-lhe um lugar confortável na escola.</p>
<p><strong>Esse lugar se constroi sobre as bases da diversidade:</strong> <strong>diversidade de oferta de objetos de aprendizagem, diversidade de dinâmicas de sala de aula, diversidade de percursos de aprendizagem e de avaliação</strong>. Não se trata de criar uma escola para cada aluno, mas de começar um processo de diversificação abrindo novas possibilidades dentro das práticas já existentes.</p>
<p>Venha discutir conosco sua experiência e suas questões sobre a diversidade na sala de aula para abrigar os jeitos “esquisitos” de ser. Você bate a bola e a gente rebate, que tal?</p>
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